Tem medo? Vai com medo mesmo!

Olá amigos do blog, é um prazer escrever novamente pra vocês. Hoje vou falar sobre o medo, tendência de sobrevivência que muitas vezes no impede de seguir e evoluir.

O medo faz parte de nós, todos temos, em maior ou menor grau. Ele nos impede de fazer coisas que poderiam prejudicar nossa saúde física, mental e espiritual. O medo é o nosso aliado, ele nos alerta, nos guia e nos protege. O problema é quando ele passa de uma tendência a um grande paralisador da nossa vida.

Se nos deixamos ser dominados pelo medo, perdemos oportunidades únicas e reais. Se o medo toma conta da nossa vida nos tornamos pessoas mornas, covardes, infelizes e negativas. E ainda passamos a propagar o medo em todos que nos cercam.

Quando ele nos domina, seja o medo de ficar sozinho, de mudar de trabalho, de terminar um relacionamento, de mudar de casa, entre outros, deixamos a vida passar.

Pessoas com medo apenas existem, não vivem. Dominados pelo medo passamos pela vida, pelas pessoas, pelas oportunidades, sem vê-las. Com medo nos encostamos em uma pessoa, em um trabalho, em uma religião e passamos a ser dependentes sem agir. Com medo estamos sempre ansiosos, preocupados com o futuro, cheios de problemas físicos e psíquicos.

Não deixe o medo se transformar em algo maior do que você. É você quem comanda e não ele. Acredite e confie na vida, nas pessoas, no Universo e no amor. Tudo está certo e acontece quando tem que acontecer, não temos controle do futuro. Segure com unhas e dentes as oportunidades de amar, se conhecer e agir.

Não se esqueça que o Universo devolve tudo que enviamos para ele. Se for medo e desconfiança, atrairemos situações que apenas potencializarão tudo isso.

Avalie seus pensamentos, não se entregue ao negativismo, à mídia sensacionalista, às pessoas que só falam e agem com mágoa e rancor. Selecione melhor o que você assiste na TV, as pessoas e os ambientes que frequenta. Melhore seu ambiente interno e externo. Aposte nos pensamentos de confiança, tanto em si quanto na vida.

Acredite! Você veio aqui para ser feliz, portanto, se der medo, confie e vá com medo mesmo!

Um beijo no coração e até a próxima!

Carnaval de rua: o que sobrou?

Olá amigos, bem-vindos sempre!

Novo post no site Eu sem Fronteiras. Conto uma experiência pessoal de um sábado em que me vi presa entre os blocos de pré-carnaval em Pinheiros.

Também explico de forma simples alguns temas da psicanálise que analisei nesse episódio, deixando sempre a dica de cada um pensar em qual é a sua parte em tudo isso.

Passem por lá, um grande abraço e até a próxima!

Acessem: http://bit.ly/2mTVRkT

 

Você se considera paciente?

Boa tarde pessoal, saiu mais um post meu no site Omkhara.

Falo sobre a paciência, requisito fundamental para que possamos ser um pouco menos exigente com a gente e com o nosso próximo. A nossa porção de paciência mostra o quanto somos resistentes às frustrações da vida, o quanto somos egocêntricos e o quanto ainda nos consideramos superiores. Passem por lá. Um grande beijo no coração de cada um e uma ótima semana para todos nós! Acesse http://bit.ly/2jw2vI1.

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Abra-se para o bem, abra-se para o bom!

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Olá pessoal, sejam bem-vindos sempre!

Percebo que muitas vezes nos fechamos para as coisas boas da vida, inconscientemente, acabamos bloqueando as portas para o nosso sucesso, seja ele profissional ou pessoal.

E como fazemos isso? Cada um é diferente do outro, é preciso um mergulho profundo no autoconhecimento, para que possamos aos poucos identificar as nossas próprias sabotagens.

A forma mais efetiva de bloquear ou abrir a nossa mente para o bem e para o bom é o pensamento. Ando escrevendo muito sobre isso porque quanto mais pessoas perceberem o valor do pensamento, acredito que o mundo será cada vez melhor.

Não precisa ir muito longe para entender e sentir o quanto somos afetados por coisas ruins. Se estamos em um lugar onde alguém está brigando, gritando, reclamando, se lamentando, nos sentimos mal. Se estamos em um lugar onde as pessoas são alegres, motivadas, acolhedoras, amáveis, nos sentimos bem. Pronto. Está aí o segredo de tudo.

Pessoas que pensam bem, vivem bem. Pessoas que pensam mal vivem mal.

E na maior parte do tempo pensamos mal. Avalie-se e verá.

Quando pensamos mal emitimos para o Universo energia negativa, o que ele pode nos enviar de volta? A mesma coisa. Somos todos conectados e somos conectados ao Universo. Isso é ciência. Então quando emitimos luz, recebemos luz, simples assim.

Se você tem um sonho, pense nele, acredite nele, visualize esse sonho sendo realizado e tenha atitudes positivas para sua conquista. Mas primeiramente é preciso ser bom, fazer o bem, ser o positivo que você quer pra sua vida e para a vida das pessoas que estão ao seu lado.

Não adianta sonhar com o bom e o bem  se no meio do caminho precisar passar por cima dos outros para conquistá-los. Não adianta buscar o melhor fazendo o pior. A colheita não será produtiva. Não adianta querer o mundo se guarda mágoas, tristezas, culpas e frustrações. A limpeza deve ser feita de dentro pra fora.

Seja bom, faça o bem, pense bem e o bem e o bom virá ao seu encontro.

Um grande abraço e até a próxima

Meditação

68. O amar caracteriza a plenitude da atitude cristã, despertando o ser espiritual, levando-o à aquisição da harmonia universal e do estado íntimo de felicidade.

 

Quer evoluir? Pare de julgar!

Olá amigos, considerem-se sempre bem-vindos!

Na segunda-feira eu postei na minha página do Facebook um vídeo que nos dá uma lição sobre os nossos julgamentos. E achei interessante lançar a semente para escrever depois.

No vídeo, uma artista participa de uma competição onde cada um mostra o seu talento. Ela começa a desenhar e todos pensam que ela está fazendo a caricatura de um jurado, não a esperam terminar e apertam o temido botão X, que a desclassifica. Só que tudo acontece como tem que acontecer, e eis que ela ainda tinha tempo, e continua até o fim. Ela vira o quadro de ponta cabeça, joga um tipo de pó e aparece a imagem de outra pessoa. Deslumbrados, os jurados ficam de pé para aplaudir e vão ao seu encontro. Ela, emocionada, chora.

Essa foi apenas uma ilustração sobre o que eu gostaria de falar hoje. Todos os dias nós, imperfeitos que somos, julgamos. Julgamos quando não aceitamos o outro, quando não o respeitamos, quando fazemos cara feia, quando nos sentimos melhores e até piores que outras pessoas. Julgamos e apontamos o dedo para qualquer um que possa ser contrário às nossas verdades absolutas.

O julgamento é um dos grandes impedidores da nossa evolução. Ele nos torna juízes tiranos da vida dos outros, nos coloca como os únicos capazes de discernir entre o certo e o errado. O julgamento magoa as pessoas que amamos, e nos envenena, como na outra frase que postei:

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Quando apontamos o dedo para o outro, se o colocarmos como espelho, veremos em nós tudo o que nos incomoda nele. Se tivermos a coragem de adentrar profundamente na nossa alma, aprenderemos tanto mais de nós e dos outros, que não exigiremos deles a perfeição que não temos.

Muitas vezes julgamos alguém por uma atitude que acreditamos errada, talvez inconscientemente o achamos corajoso por fazer algo que no fundo gostaríamos de fazer e não fazemos. E por que não fazemos? Porque entregamos a nossa vida aos outros, ao que vão pensar da gente, aos padrões da sociedade, da família, da religião. Somos hipócritas sim. Não somos verdadeiros com a gente mesmo, como poderemos ser com o outro? Não sabemos nos amar, como poderemos amar o outro? Não nos respeitamos, como poderemos respeitar o outro?

A vida nos traz todos os dias as oportunidades necessárias para o nosso crescimento moral, mas deixamos passar. Pedimos paciência ao Universo e sabe o que ele vai nos mandar? Testes e mestres, para que possamos exercitar essa paciência. Em vez de pedir paciência seja paciente, ame, respeite, não julgue e comece de uma vez por todas a compreender que cada um tem o seu tempo. Comece a compreender que o outro não mudará, só você pode mudar. O outro nunca vai atender todas as suas expectativas, porque elas só podem ser atendidas por você mesmo.

Pare de uma vez por todas de olhar para a vida do outro e dar nota de 1 a 10. Você não sabe o que ele passou na vida, você não sabe dos seus conteúdos internos, das suas frustrações e sofrimentos, você não sabe. E ele também não sabe de você, porque cada um só pode saber de si e nem isso a gente se esforça pra aprender.

Lute contra as palavras que possam te envenenar. Não entre na energia e no julgamento das conversas das outras pessoas, não se deixe contaminar. Seja verdadeiro onde quer que esteja, assuma o que precisa melhorar e pare de culpar o outro por suas infelicidades. Assuma as rédeas da sua vida e vá ser feliz.

Um excelente domingo e uma semana sem julgamentos para todos nós.

Meditação

66. O amar caracteriza a plenitude da atitude cristã, despertando o ser espiritual, levando-o à aquisição da harmonia universal e do estado íntimo de felicidade.

 

 

Padrões e crenças ruins: liberte-se destas correntes

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Olá amigos do blog, sejam muito bem-vindos novamente.

Estava aqui pensando no que escrever hoje para vocês, e me dei conta de que sempre que penso e escrevo é algo que está acontecendo com várias pessoas, como se o universo me utilizasse para colocar no papel o sofrimento delas, nas quais geralmente me incluo, como ser imperfeito e em evolução.

Sinto que temos dentro de nós uma “mania” de repetir determinados padrões que são prejudiciais a nossa vida. É claro que muitos destes padrões estão relacionados aos nossos recalques, que precisam e podem ser elaborados e trazidos para a luz, mas algumas vezes insistimos em fazer novamente tudo que sabemos que irá nos fazer mal.

E sentimos que “é assim mesmo”, que “somos assim” e pronto. Nada disso! Temos o poder e a oportunidade todos os dias de deixar para trás tudo que nos faz mal. Situações ruins vividas e experimentadas por nós, por nossos pais/amigos/familiares não precisam e não devem ser propagadas ou repetidas por nós, ou a próxima geração vai continuar na mesma linha de não evolução.

A razão é uma das maiores dádivas que temos. Com ela podemos analisar e perceber que não nascemos para sofrer, nem para prosseguir em caminhos que vão nos levar a dor. Não temos que arcar com nada que não seja apenas nossa responsabilidade. E dar um basta no que não faz bem é a nossa responsabilidade sim.

Chega de levar para a vida e para os nosso filhos padrões e regras que sabemos não servir mais. Chega de impor a nós mesmos e aos outros comportamentos inadequados que só trazem dor e sofrimento. É hora de aperfeiçoarmos a geração. É hora fazermos mais do que os nossos puderam fazer, e é nossa responsabilidade fazer melhor que eles. E quando digo melhor é amar mais, primeiramente a nós (nosso corpo, nossa alma e a nossa mente), para depois estarmos prontos para amar melhor o nosso próximo .

Não adianta colocar a culpa na vida das coisas ruins pelas quais passamos. O que estamos fazendo para sair de determinada situação que nos desagrada? Estamos sofrendo pelo passado e deixando passar as oportunidades de amar e sermos felizes? Estamos ansiosos pelo futuro e deixando de viver o agora?

O agora é o único momento válido. No agora você pode perdoar, você pode tirar mágoa do coração, você pode compreender, você pode ter mais compaixão pelo outro. No agora você pode ser menos egoísta, abraçar, beijar, olhar, ouvir. No agora você pode (e deve) quebrar qualquer tipo de padrão ruim que está repetindo dos pais, cuidadores ou sociedade. No agora você pode sim ser melhor e tornar o mundo melhor.

Vamos deixar de uma vez por todas de nos entregar para nossas crenças ruins de que nada vai dar certo, de que nosso destino é o sofrimento e de que a vida é assim e nós somos assim mesmo, não tem jeito. Não!! A vida é feita para ser vivida e você para viver e não existir. Sacode a poeira, levanta a cabeça, joga fora tudo que não lhe serve, tudo que prejudique a sua saúde, e não coloque a culpa na genética. Jogue fora todos os comportamentos que te fazem mal e fazem mal aos outros. Jogue fora todo julgamento, preconceito, mágoas, culpas e tristezas. Decida (como diz nosso querido Patch Adams) ser feliz todos os dias. Decida ser melhor hoje, agora, aqui.

Pense: o que você pode fazer agora para que se sinta mais feliz? Faça!

Uma excelente semana de limpeza de padrões e crenças ruins para todos nós!

Meditação

64. O gostar é quase sempre seletivo e preconceituoso no sentir, discriminando o feio do belo, o agradável do desagradável apenas pelo sentido do estético.

Filme A Praia, com Leonardo DiCaprio

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Olá amigos do blog, sejam bem-vindos! Hoje vou fazer algo diferente por aqui, falar um pouco sobre um filme que assisti e que acho que tem muito a ver com a nossa vida: o filme A Praia, com o maravilhoso Leonardo DiCaprio. Vou descrever um pouco algumas cenas e fazer algumas colocações baseadas na psicanálise, que observei e que não são mostradas literalmente no filme, como em todos os excelentes trabalhos do ator.

O filme é antigo, mas só assisti ontem e acredito que ele será sempre atual, já que trabalha com nossos conteúdos mais profundos, como a busca do prazer, o egoísmo, a preguiça, a ira, a fuga.

A história é de um garoto que, cansado da civilização e, principalmente, frustrado com a relação com a família (infelizmente o filme aborda muito pouco isso), vai em busca de novas aventuras.

E ele desembarca em Bangkok, na Tailândia. No meio de baratas, drogas, bebidas ele encontra um estranho que lhe dá um mapa, com a promessa para o paraíso perdido, uma praia perfeita. O estranho está completamente fora de si, claramente afetado pelo que passou na praia, e acaba se matando no “hotel”.

Fechando os olhos para o que viu no estranho, talvez por sentir que a dor que há em si seja muito maior do que qualquer outra dor que possa vir, ele embarca nessa aventura, com um casal que conhece na cidade. Jovens, perdidos, sem força e coragem para enfrentar o mundo real, acabam em busca do impossível, enfrentam a natureza perigosa sem olhar pra trás, deixando assim, pensam, toda a dor e sofrimento que a vida lhes tenha trazido até agora. Sentem-se fortes, nada e nem ninguém os deterá. Longe dos pais, sentem-se livres, libertos, donos do mundo.

E assim chegam ao paraíso perdido, lindo, maravilhoso, calmo. Lá tudo é perfeito, lá não há dor, não há nenhum tipo de impedimento a sua liberdade, lá não há ninguém que diga que não pode. Lá não há frustração! A vida é só alegria.

Quantas vezes na nossa vida buscamos esse paraíso perdido? Quantas vezes ansiamos por um lugar onde não haja dor, não haja atrito, não haja necessidade de esforço, apenas sombra e água fresca. Quantas vezes deixamos a felicidade e a oportunidade passarem deixando de aproveitar o nosso dia esperando o paraíso perfeito do fim de semana, das férias, da sexta-feira. Quantas vezes deixamos pra traz o que realmente importa e amamos por medo da dor, fugindo pensando que longe estaremos seguros, esquecendo que não é possível fugir de nós mesmos.

E lá foram eles. Os primeiros tempos foram ótimos, encontraram a paz, comida, pessoas amigas e unidas, música, cigarro, e uma natureza onde só de olhar arrepia até a alma. E durou quanto tempo? O tempo necessário para que percebessem que a vida é real, que é necessário enfrentar-se e enfrentar o outro, que a felicidade não está escrita em um conto de fadas.

Queriam se livrar da civilização, será? Na hora de comprar iam à cidade, a lista era enorme de pedidos de cada membro do vilarejo, e adivinhem o que pediam? Tudo que não existia no paraíso tão sonhado e esperado, desde pilha até removedor de maquiagem. No fundo, queriam estar conectado com a vida que tinha, recalcada no fundo de sua alma e esperando apenas uma oportunidade para vir a tona.

E a natureza cobrou caro a estadia daquela “tribo”. Um tubarão comeu parte de três deles. Dois morreram e um ficou agonizando, gritando a noite toda e trouxe para o paraíso os instintos mais primitivos de seus membros. O agonizante era o responsável por acabar com a paz do lugar, com a harmonia e “felicidade” que almejavam, ele, com seus gritos de dor, relembrava a cada um a força de sua própria dor. Mas ninguém queria ouvir. Então, no limite do seu egoísmo, levaram-no para longe da praia, para que morresse sozinho e o seu som não fosse ouvido.

Mas ao lado do local precioso moravam alguns fazendeiros, que se sentiram roubados e invadidos e decidiram invadir a praia. Com armas em punho eles convidaram cada um a se enfrentar, a voltar para a realidade e encarar a sua dor, a crescer e evoluir. Todos foram embora, para suas vidas, para as suas famílias talvez. Exceto uma, a líder. A fantasia tomou conta completamente de sua mente, ela não tinha forças para viver o real, ela não tinha forças pra enfrentar a dor, e preferiu morrer.

O filme é sensacional em todos os sentidos. Nos faz julgar, mas o que faríamos se estivéssemos no lugar deles? Nos faz sofrer com a dor dos que foram atacados, nos faz sofrer com a morte, mas principalmente nos faz pensar.

Em que mundo estamos escolhendo viver? No real ou no ilusório? O que estamos esperando do outro, da vida, de nós mesmos? Será que não estamos focados demais na fantasia da praia perdida e perfeita, na idealização de um mar de rosas ou por medo do real acabamos fugindo? A vida é linda e maravilhosa onde estamos, com os pés no chão, com o amor verdadeiro, que não espera da vida e nem de ninguém o que eles não podem dar, e assim é feliz e evolui.

A praia perfeita no fim não era tão perfeita assim. A realidade não é fácil, mas é muito mais bela do que qualquer fantasia, desde que vivida com confiança, coragem, amor e fé.

Um grande abraço e até a próxima!